quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

Exposição: Allosaurus, um dinossaurio, dois continentes?


No Museu Nacional de História Natural, na Rua da Escola Politécnica, em Lisboa, encontra-se patente a exposição "Allosaurus: um dinossáurio, dois continentes?"

Nesta exposição o visitante poderá ver numerosos fósseis autênticos de ossos de dinossáurios encontrados (em particular) na jazida de Andrés, Pombal, no decurso de escavações efectuadas pelo Museu Nacional de História Natural em parceria com diversas instituições (Universidad Autónoma de Madrid, UNED de Madrid, Laboratório de História Natural da batalha e ALT-Sociedade de História Natural) e na qual, para além de outros vertebrados fósseis, surgiram partes esqueléticas de elevada importância atríbuídas a Allosaurus fragilis cf. Estarão também expostas 16 réplicas de esqueletos ou crânios de diferentes espécies de dinossáurios, painéis informativos, fotografias e ilustrações científicas, assim como um dispositivo interactivo e jogos muito simples.

A exposição centra-se ainda na problemática da paleobiogeografia do Jurássico superior, sobretudo em possíveis áreas pontualmente emersas durante aquele período e que permitissem a movimentação de populações (em particular dinossauros) entre o actual Continente Norte Americano e a Peninsula Ibérica

A exposição mostra não só fósseis e objectos mas também metodologia científica, resultados e perguntas para a investigação futura, que continuará com as parcerias acima assinaladas.

Os achados atribuíveis a Allosaurus fragilis cf. estão ainda assinalados em jazida de Torres Vedras.








Escavação de série de vértebras caudais de Allosaurus fragilis cf. em escavação levada a cabo pela ALT-Sociedade de História Natural, Laboratório de História Natural da Batalha, Universidade Autónoma de Madrid, UNED-Madrid e Museu Nacional de História Natural/FC da Universidade de Lisboa na Jazida de CBL003, Torres Vedras, Portugal. Direitos das Imagens reservado. Conjunto pertencente á Colecção de Referência do Laboratório de Paleontologia e Paleoecologia da ALT-SHN.


Todos os meses, na primeira sexta feira, pelas 21 horas, mediante marcação prévia, realizar-se-ão visitas guiadas para grupos organizados.

terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

Artigo sobre preparação de vertebrados fósseis

Uma publicação sobre preparação de vertebrados fósseis do nosso colega e amigo Francisco Ortega (UNED, Madrid e ALT-Sociedade de Hisória Natural:

Ortega, F. (2007) Tratamientos químicos en la preparación de restos fósiles de vertebrados. Aplicación al yacimiento de Las Hoyas. in: Fundamental Nº10: Laboratorios de
Paleontología
: 65-75. Fundación Conjunto Paleontológico
de Teruel-Dinópolis.Imagem: exemplo "não preparado" e "preparado" de um dos crocodilos exumados da jazida. Fotografia com direitos de autor.

O trabalho apresenta uma aproximação aos métodos químicos de preparação de restos fóssies de vertebrados. Apresenta-se como exemplo deste tipo de preparação a áplicação de técnicas de transferência aos vertebrados fósseis da jazida de "Las Hoyas" (Cretácico Inferior. Cuenca, espanha).




Texto traduzido de: http://godzillin.blogspot.com/search?q=preparacion

Nova reportagem sobre a fantástica jazida de vertebrados fósseis de Lo Hueco, em espanha

Enviamos lik sobre mais uma reportagem de Lo Hueco, em Espanha, que se constitui como a maior do Cretácico final da europa. São entrevistados os colegas e amigos Francisco Ortega, Fernando Escaso e Adán Pérez (Adán: cuidado com os efeitos secundários da coca-cola) da Universidade Autónoma de madrid, UNED de Madrid e ALT-Sociedade de História Natural. Relembramos que desta jazida saíram milhares de ossos de dinossauros, crocodilomorphos, tartarugas, entre outros vertebrados. Dentro destes grupos salientamos a existência de alguns esqueletos articulados!
Uma vez mais: Parabéns!
o vídeo poderá ser visto em
http://www.youtube.com/watch?v=VHym0jS53qc&eurl=http://godzillin.blogspot.com/&feature=player_embedded

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

Conferência de Niles Eldredge na Fundação Calouste Gulbenkian, dia 13 fevereiro de 2009

No âmbito da comemoração dos 200 anos do Nascimento de Charles Darwin (12 Fevereiro) realiza-se um ciclo de conferências integradas na exposição "A Evolução de Darwin" na Fundação Calouste Gulbenkian.

A primeira conferência, no dia 13 de Fevereiro pelas 18h, será proferida por Niles Eldrege (Museu Americano de História Natural), com o título "Darwin: Discovering de Tree of Life" (Darwin: à Descoberta da Árvore da Vida).

Niles Eldrege é curador no Departamento de Invertebrados do Museu Americano de História Natural, sendo especialista na evolução das trilobites Phacopida do Paleozóico. Em conjunto com Stephen Jay Gold propôs a teoria dos "Equilibrios Pontuados", em 1972.

As próximas conferências serão:

25 Fevereiro 2009
The Cambridge years:
Henslow's legacy, Darwin's inheritance
Os anos de Cambridge: o legado de Henslow
e a herança de Darw in
John Parker Cambridge University, UK

11 Março 2009
Glad to have evolved
Ainda bem que evoluímos!
Olivia Judson Imp erial College, UK

25 Março 2009
Just Before Darwin:
the question of species during the 1850's
Antes de Darw in:
o conceito de espécie em meados do Séc. XIX
Pietro Corsi Ox ford University, UK

8 Abril 2009
Evolution on a Gaia Planet: Darwin's legacy
Evolução no Planeta Gaia: o legado de Darw in
Lynn Margulis University of Massachussets, Amherst, US

29 Abril 2009
Human Evolution:
The Molecular Perspective
A Evolução Humana: uma Perspectiva Molecular
Mark Stoneking
Max-Planck Institute for Evolutionary Anthropology, De

13 Maio 2009
Evolution and Human Affairs
Evolução e Relações Humanas
David Sloan-Wilson Binghamton University, US

24 Maio 2009
Evolution of Darwin's Finches
A evolução dos Tentilhões de Darwin
Rosemary e Peter Grant Princeton University, US

Conferência Internacional Colecções e museus de Geociências: missão e gestão

Realiza-se em Coimbra, nos dias 5 e 6 de Junho de 2009 a Conferência Internacional Colecções e museus de Geociências: missão e gestão. O evento irá ter lugar no Auditório do Museu de Ciência da Universidade de Coimbra e é organizado pelo Centro de Estudos de História e Filosofia da Ciência e pelo Museu Mineralógico e Geológico da Universidade de Coimbra.

CALL FOR PAPERS !

Tendo por pano de fundo as problemáticas e eventos no âmbito do Ano Internacional do Planeta Terra, Ciências da Terra para a Sociedade” e tendo em conta a crescente afirmação de novas formas de preservação do património e de comunicação em Geociências, afigura-se oportuna uma reflexão crítica global sobre estas matérias e, muito em particular, sobre as nossas próprias colecções.
Com esta Conferência pretende-se incentivar, entre o universo de detentores deste tipo de acervos, a explicitação de finalidades, a troca de informação e de experiências, e a formulação de estratégias de facilitação do acesso à plena fruição, científica e cultural deste importante segmento do nosso património cultural.

Temáticas
Sugerem-se, os seguintes tópicos, organizados em secções:

1 - Museus e colecções geológicas universitárias
2 – Colecções na esfera da Administração Central, Regional e Local
3 – Documentação e conservação de materiais geológicos
4 – Museus, Centros de Ciência/Interpretação e divulgação das Geociências
5 – História das colecções



Mais informações em: http://sites.google.com/site/geocoleccoes/
ou pelo endereço: geocoleccoes@gmail.com

terça-feira, 16 de dezembro de 2008

VII Encontro de Jovens Investigadores em Paleontologia- Normas de Publicação


NORMAS DE PUBLICAÇÃO

Como nos dois anteriores Encontros, o Comité Organizador do VII EJIP opta por publicar os resumos em formato extenso. Estes trabalhos, após aceitação do Comité Cientifico do Encontro, serão publicados num Volume Especial do Encontro e serão entregues a cada participante do VII EJIP. Para que o Volume Especial do Encontro esteja disponível durante o congresso, a data limite de recepção dos trabalhos será 15 de Março de 2009.

Podem enviar-se os artigos originais em português, em espanhol ou em inglês. O trabalho será submetido a um mínimo de dois revisores; as suas correcções e observações serão remetidas posteriormente aos autores. Os manuscritos deverão ter uma extensão recomendada de entre 3 e 10 páginas, incluindo figuras, lâminas e bibliografia.
Os originais devem ser redigidos em formato DIN A4, em tamanho 12 ptos, Time New Romans, com espaço e meio entre linhas. As margens deverão ser de 2,5cm. Deverá ser enviada uma cópia electrónica para a direcção de e-mail do EJIP ( viiejip@gmail.com). As páginas devem estar numeradas na margem inferior direita. Após a revisão, os autores enviarão, juntamente com o manuscrito corrigido, uma cópia completa em formato .doc com as figuras em .jpg.

TEXTO

1. Título: Deve estar em minúsculas com tamanho 14 ptos, a negrito e centrado. Deve ser o mais curto possível e informar sobre o conteúdo, incluindo grupo taxonómico, idade e zona geográfica, se aplicável. Deverá ser traduzido para inglês no caso de não ser este o idioma do trabalho, e para português e espanhol, se o trabalho for escrito em inglês, com um tamanho de letra 12 ptos e em itálico.

2. Autor ou autores: Aparecerão com nomes e apelidos completos em tamanho de letra 12 ptos e centrado. A direcção deve ser alinhada à esquerda, com tamanho de letra 10 ptos e acrescentando-se a direcção electrónica do primeiro autor.

3. Resumo: Com uma extensão máxima de 250 palavras, deve conter os pontos principais do artigo, de modo que informe, de maneira concisa e precisa, sobre o mesmo. O resumo deve traduzir-se para inglês e vice-versa no caso de que o trabalho não seja enviado em português ou espanhol.

4. Palavras-chave: 6 como máximo, colocadas na continuação dos respectivos resumos em inglês e em espanhol ou em português e tentando não repetir as palavras do titulo.

5. Texto principal: Pode dividir-se em secções que se destacarão com maiúsculas e negrito (O texto deve conter pelo menos uma introdução e conclusões bem diferenciadas). Os autores devem seguir as normas do Código Internacional de Nomenclatura Zoológica ou do Código Internacional de Nomenclatura Botânica, consoante os casos. O material, pelo menos os tipos e exemplares figurados, devem estar registados e depositados numa instituição cientifica. Para os taxa novos, deve indicar-se a origem do nome, tipos (espécie tipo, holótipo, paratipos, etc.), localidade tipo, idade geológica e medidas principais, além da diagnose e a descrição propriamente dita. As listas de sinonímias devem reduzir-se às referências mais importantes e escrever-se do seguinte modo:

1931 Globorotalia delrioensis Plummer, 199, lâm. 13, fig. 2a-c.
1961 Praeglobotruncana delrioensis (Plummer); Loeblich & Tappan, 280-284, lâm. 6, figs. 9-12.

6. Referências bibliográficas: No texto serão escritas do seguinte modo: (Nopcsa, 1911), (Lapparent & Zbyszewski, 1957) ou (Weishampel et al., 2003) ou quando seja necessário Nopcsa (1911), Lapparent & Zbyszewski (1957) ou Weishampel et al. (2003). Todas as referências citadas no texto, e apenas estas, devem colocar-se no final do manuscrito, ordenadas alfabética e cronologicamente por autores. No caso de trabalhos de mais do que um autor, a ordem será: publicações de apenas um autor, publicações do mesmo autor com um co-autor (ordenadas alfabeticamente pelo segundo autor), publicações do autor com mais do que um co-autor (ordenadas cronologicamente). Os nomes das revistas devem escrever-se completos, sem abreviaturas. Deve indicar-se expressamente o carácter de “inédito” quando um trabalho, como tese de licenciatura ou de doutoramento, o seja.

Exemplos:
Artigo em revista: Coria, R.A. & Chiappe, L.M. (2007) – Embryonic skin from Late Cretaceous sauropods (Dinosauria) of Auca Mahuevo, Patagonia, Argentina. Journal of Palaeontology, 81(6): 1528-1532.
Livro: Schmidt-Rhaesa, A. (2007) – The Evolution of Organ Systems. Oxford University Press Inc., New York, 385 pp.
Capítulo: Cambra-Moo, O. (2007) - Estimación del tiempo de producción bioestratinómica en Paleontología, in Cambra-Moo, O., Martínez-Pérez, C., Chamero, B., Escaso, F., de Esteban Trivigno, S. & Marugán-Lobón, J. (Eds.), Cantera Paleontológica. Diputación Provincial de Cuenca, Cuenca, 81-97 pp.
Tese: Ortega, F. (2004) – Historia evolutiva de los cocodrilos Mesoeucrocodylia. Tese Doutoramento, Facultad de Ciencias, Universidad Autónoma de Madrid, 350 pp. (inédito)
Resumo: Dantas, P., Sanz, J.L., da Silva, C.M., Ortega, F., dos Santos, V.F. & Cachao, M. (1998) - Lourinhasaurus n. gen. Novo dinossáurio saurópode do Jurássico superior (Kimeridgiano superior-Titoniano inferior) de Portugal. V Congresso Nacional de Geologia, Lisboa, pp. 91-94.

FIGURAS, LÂMINAS E TABELAS
Os desenhos, diagramas e fotografias consideram-se Figuras. Todas as Figuras e Tabelas devem ser referidas no texto, numerando-se segundo a ordem citada. A sua posição aproximada no texto será indicada pelos autores na margem do manuscrito. As lâminas devem ter um tamanho máximo de caixa de 120×170mm e devem ser em tons de branco e negro.

As Figuras, Tabelas e Lâminas devem entregar-se por separado e identificadas pelo número e nome que as vincule ao texto. Aquelas que o requeiram devem ter uma escala gráfica incorporada. As fotografias devem ser claras e com bom contraste. As Figuras e Lâminas definitivas devem ser enviadas à parte como ficheiros em formato JPG com resolução mínima de 300ppp. A legenda das Figuras, Tabelas e Lâminas serão colocadas na continuação do manuscrito.