segunda-feira, 26 de março de 2012

II Congresso Jovens Investigadores em Geociências, LEG 2012 01 - 04 novembro 2012





Nos próximos dias 1 e 4 de Novembro realizar-se-á a segunda edição do Congresso Jovens Investigadores em Geociências, organizado por LIRIO, Centro de Ciência Viva de Estremoz e Lousal.


Segundo a organização: "Este evento pretende colmatar uma lacuna importante no que se refere à investigação realizada pelos jovens investigadores nas geociências. Este é um espaço e o tempo destinado exclusivamente à apresentação dos seus trabalhos. Foi neste contexto que o congresso em causa se revelou inovador, uma vez que a apresentação de trabalhos foi limitada a jovens investigadores que estejam a dar agora os seus primeiros passos."


Este evento terá lugar no Pólo de Estremoz da Universidade de Évora nos dias 1 e 4 de Novembro de 2012


Para mais informações deverá consultar o seguintes links:


http://www.estremoz.cienciaviva.pt/destaques/cjig.asp 


CIRCULAR: http://www.estremoz.cienciaviva.pt/img/upload/1circularmarco2012.pdf

terça-feira, 13 de março de 2012

“Aquello que nos faltó decirte” WORKSHOP EN HOMENAJE A NIEVES LÓPEZ MARTÍNEZ



No dia 2 a 4 de Março de 2012 realizou-se em Miraflores de la Sierra, a Norte de Madrid e em plena serra, um workshop em homenagem à Geóloga e Paleontóloga Doutora Nievez Lopés Martínez da Universidad Complutense de Madrid, falecida no ano de 2010. Este workshop contou com alguns dos investigadores do Laboratório de Paleontologia e Paleoecologia da ALT-Sociedade de História Natural de Torres Vedras, que prestaram a sua homenagem apresentando as seguintes comunicações:

- Ortega F., Sanz, J.L., Bardet, N., Barroso-Barcenilla, F., Cambra-Moo, O., Daviero-Gómez, V., Díez-Díaz, V., Elvira, A., Escaso, F., García-Oliva, M., Gómez, B., Knoll, F., Narváez, I., Marcos-Fernández, F., Martín, M., Pérez-García, A., Serrano, H. & Torices, A. (2012): The Biota of the Upper Cretaceous site of “Lo Hueco” (Fuentes, Cuenca).

- Pérez García, A., Murelaga, X. & Ortega, F. (2012): Pan-Cryptodira, un clado de tortugas muy diverso en el Cretácico inferior de Europa.

Francisco Ortega (UNED/ALT-SHN)

Adán Pérez-Garcia (UCM/ALT-SHN)

Miraflores de la Sierra (Madrid)

sábado, 4 de fevereiro de 2012

Workshop Open Street Map

Workshop Open Street Map
Formador:  Victor Ferreira
11 e 12 de Fevereiro das 10 às 18H
gratuito para sócios / 15€ não sócios
8 a 16 participantes
Inscrições aqui.

SINOPSE
O projecto Open Street Map (OSM) é um projecto colaborativo que permite construir e editar mapas a partir de dados recolhidos através de GPS por utilizadores de todo o mundo. O objectivo do projecto é facultar mapas e dados geográficos livres para todos. O Workshop terá como objectivos apresentar todo o workflow inerente ao uso desta ferramenta. Nesse sentido terá uma componente teórica e uma componente prática que incluirá recolha de dados através de vários métodos, incluindo GPS,  e posterior descarga, edição e disponibilização dos dados. Também serão abordadas formas de aceder e utilizar a informação já disponibilizada por milhares de utilizadores espalhados um pouco por todo o mundo.





Programa 


1 - O que é o Open Street Map
2 - Formas de contribuir
3 - Recolha de dados e estratégias de registo (de bicicleta, a pé, em sala)
3.1 GPS
3.2 Bing Maps
3.3 Walking Pappers
4 - "Tags" e boas práticas
5 - Edição e upload dos dados recolhidos
6 - Utilizar os dados
6.1 - Termos de utilização
6.2 - Formato dos dados
6.3 - Formas de descarregar dados do servidor OSM
7 - Encerramento

....................:::  REQUISITOS  :::......................

Embora não seja indispensável, é altamente aconselhável trazer um computador portátil.
É igualmente aconselhável, mas menos importante que o computador, trazer um receptor GPS.
Para mais informações contactar educacao@alt-shn.org

Workshop Open Street Map

Workshop Open Street Map
Formador:  Victor Ferreira
11 e 12 de Fevereiro das 10 às 18H
gratuito para sócios / 15€ não sócios
8 a 16 participantes
Inscrições aqui.

SINOPSE
O projecto Open Street Map (OSM) é um projecto colaborativo que permite construir e editar mapas a partir de dados recolhidos através de GPS por utilizadores de todo o mundo. O objectivo do projecto é facultar mapas e dados geográficos livres para todos. O Workshop terá como objectivos apresentar todo o workflow inerente ao uso desta ferramenta. Nesse sentido terá uma componente teórica e uma componente prática que incluirá recolha de dados através de vários métodos, incluindo GPS,  e posterior descarga, edição e disponibilização dos dados. Também serão abordadas formas de aceder e utilizar a informação já disponibilizada por milhares de utilizadores espalhados um pouco por todo o mundo.



Programa 


1 - O que é o Open Street Map
2 - Formas de contribuir
3 - Recolha de dados e estratégias de registo (de bicicleta, a pé, em sala)
3.1 GPS
3.2 Bing Maps
3.3 Walking Pappers
4 - "Tags" e boas práticas
5 - Edição e upload dos dados recolhidos
6 - Utilizar os dados
6.1 - Termos de utilização
6.2 - Formato dos dados
6.3 - Formas de descarregar dados do servidor OSM
7 - Encerramento

....................:::  REQUISITOS  :::......................

Embora não seja indispensável, é altamente aconselhável trazer um computador portátil.
É igualmente aconselhável, mas menos importante que o computador, trazer um receptor GPS.
Para mais informações contactar educacao@alt-shn.org

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

XXV FEIRA INTERNACIONAL DE MINERAIS, GEMAS E FÓSSEIS


XXV FEIRA INTERNACIONAL DE MINERAIS, GEMAS E FÓSSEIS

7 a 11 Dezembro 2011
HORÁRIO:       
          7 Dezembro      - das 15.00 h às 20.00 h
8, 9, 10 Dezembro       - das 10.00 h às 20.00 h 
         11 Dezembro      - das 10.00 h às 18.00 h
LOCAL: (entrada livre)
MUSEU NACIONAL DE HISTÓRIA NATURAL E DA CIÊNCIA
Rua da Escola Politécnica, 60 1250-102 Lisboa

PRATA E OUTROS METAIS PRECIOSOS

Por ocasião da 25ª edição da Feira Internacional de Lisboa de Minerais, Gemas e Fósseis, o Museu Nacional de História Natural entendeu ser oportuno dedicar a Feira aos metais preciosos, com relevo para a prata.
Por existirem nativos, isto é, por ocorrerem isolados na natureza, e sendo neste caso muito atraentes, são usados como adorno desde a mais remota antiguidade. Mas os metais preciosos não são utilizados apenas em joalharia. O ouro e a prata, em particular, foram desde sempre moeda de troca. Este papel tem-se reduzido, em função da perda de importância das moedas, mas, em compensação, os metais preciosos crescem como investimento nos tempos em que a economia não oferece segurança. Por outro lado, não são poucas as aplicações industriais dos metais preciosos, em função das suas propriedades “nobres”, de baixa reactividade, e altas condutividades eléctricas e térmicas.
O fascínio exercido pelos metais preciosos continua e a Feira faz-se eco deste facto, divulgando saberes mineralógicos e químicos, e expondo exemplares de grande beleza.

domingo, 27 de novembro de 2011

Visita de estudo de fim de semestre da PaleoGeo/FCUL ao Jurássico superior de Torres Vedras



Uma panorâmica, num dia de sol excelente para a actividade
A caminho de uma das jazidas com vertebrados (dinossauros)
Realizou-se ontem, sábado dia 26 de Novembro, a tradicional visita de estudo de fim de semestre de alunos de Geologia da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, no âmbito da Cadeira de Paleontologia, da responsabilidade dos Profs. Drs. Mário Cachão e Carlos Marques da Silva. Este ano, e aproveitando as excelentes relações entre o Departamento de Geologia da FCUL e a ALT-Sociedade de Historia Natural, procedeu-se a uma visita ao litoral de Torres Vedras. Aos alunos foi possível observar a estratigrafia do membro geológico de Porto Novo (Formação da Lourinhã),  constituído por uma sequência de ambiente de deposição do tipo fluvial meandriforme que se caracteriza por um canal fluvial principal de 5-9m de profundidade e um certo número de distributários (3-4m de profundidade). Os depósitos fluviais são formados essencialmente por conglomerados de nódulos argilosos e carbonatos pedogénicos, com espessas intercalações de arenitos. A dimensão dos depósitos areníticos sugere um canal com um comprimento de  cerca de 500 Km que drenava uma bacia com uma área de 15-35 000 Km2.  Neste membro ocorrem numerosos vestígios de vertebrados fósseis, pelo que os alunos puderam observar in situ ossos de dinossauros e outros vertebrados, depreendendo alguns aspectos da paleoecologia e tafonomia associada a estes animais.
Ok, não se vê pela turba, mas estava ali uma vértebra de dinossauro
Outra jazida, com ossos de dinossauro. 

Da parte da tarde, foi feita uma visita guiada ao Laboratório de Paleontologia e Paleoecologia da ALT-SHN, bem como à área de reserva da  Colecção Paleontológica de Referência. Aqui, foi-lhes dado noções sobre os processos metodológicos aplicados em várias fases do estudo de vertebrados fósseis, desde a escavação à preparação em laboratório. Aproveitando o vasto espólio existente, os alunos tiveram a noção da diversidade de vertebrados fósseis existentes na colecção, quais os principais grupos de dinossauros presentes e em que ponto nos encontramos no (re)conhecimento das faunas que compunham os ecossistemas do Jurássico Superior de Torres Vedras e a sua relação com as faunas de formações geológicas sincrónicas.